Revistas
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Revista Samaúma
A Revista Samaúma é o periódico científico intersdiciplinar, que conecta ações de extensão, pesquisa e ensino, vinculado à Pró- Reitoria de Extensão da Universidade do Estado do Amapá. A missão da revista é divulgar as pesquisas realizadas nas ambientações acadêmicas a fim de colaborar para a transformação social de seus entes internos - comunidade acadêmica - e externos - público geral. Para isso, as publicações e as divulgações científicas da Samaúma partem do princípio de que a extensão universitária é a via segura para a interação entre a Universidade e os demais setores da sociedade, atuando como uma via de mão dupla: divulgação do conhecimento e retroalimentação dele, possibilitando, pois, a expansão do saber como fator de crescimento da sociedade.
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Revista de Ciências da Amazônia
A Revista de Ciências da Amazônia (RCA) é a publicação científica oficial da Universidade do Estado do Amapá (UEAP). A RCA é uma revista multidisciplinar que publica semestralmente revisões, artigos, notas científicas e resumos inéditos sobre temas relativos à Amazônia e ao Brasil, em português, espanhol, Italiano, Francês e inglês, após revisão por pares antes da publicação.
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Letras Tucuju
A Revista Letras Tucuju é um periódico do Colegiado de Letras da Universidade do Estado do Amapá (UEAP), de periodicidade semestral, voltado para as áreas de Estudos Linguísticos e Literários. O periódico tem como missão reunir e publicar trabalhos científicos sobre línguas e literaturas, resultantes de pesquisa científica e que contribuam para o avanço das pesquisas na área de Letras, sejam elas de caráter teórico, experimental ou aplicado. A revista publica trabalhos nas modalidades artigo, ensaio, resenha, traduções, entrevistas, gêneros literários (poemas, contos e drama) e relatos de experiência de acordo com a edição, de autores brasileiros ou estrangeiros, em língua portuguesa e/ou em inglês, francês, espanhol e italiano.
A Revista se organiza em forma de dossiês, temáticos e livres, compondo dois volumes ao ano.A cada semestre, a publicação fica sob a responsabilidade de dois ou três pesquisadores que assumem a função de organizadores, sendo o primeiro volume destinado à área de Estudos Linguísticos e o segundo à área de Estudos Literários.
Os textos submetidos ao periódico serão, preferencialmente, de pesquisadores doutores e mestres, podendo-se apresentar trabalhos em coautoria com pós-graduandos e graduandos.
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Cadernos Amapaenses de Filosofia
Os Cadernos Amapaenses de Filosofia são um periódico do Colegiado de Filosofia da Universidade do Estado do Amapá, Brasil. Nossa revista tem a missão de publicar trabalhos filosóficos originais e de excelência.
Com publicação semestral (duas vezes ao ano), nossa orientação editorial busca a publicação de artigos em filosofia e filosoficamente relevantes, de todas as áreas filosóficas, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da pesquisa acadêmico-filosófica no Norte brasileiro.
A partir do comprometimento em organizar edições com conteúdos plurais, nosso foco se estende tanto para contribuições referentes à filosofia canônica quanto para temas filosóficos contemporâneos pertinentes, sobretudo à realidade amapaense — como filosofia africana e afro-diaspórica, cosmovisões indígenas, questões sobre territorialidade, estudos feministas etc.
Além disso, também concentramos nossos interesses em trabalhos que versem sobre educação e ensino de filosofia. O periódico recebe trabalhos nas modalidades de artigo, traduções e resenhas.
Embora a língua oficial da revista seja o português, os Cadernos Amapaenses de Filosofia também aceitam trabalhos em inglês, espanhol, italiano e francês. Todos os trabalhos publicados são submetidos à avaliação dupla cega por pares, aceitando contribuições de mestres, doutorandos e doutores.
Também aceitamos trabalhos com coautoria, desde que pelo menos um autor ou uma autora possua a titulação mínima exigida (mestrado). O processo de submissão é realizado mediante o cadastro do autor ou da autora em nossa plataforma (OJS) e o envio do texto.
O trabalho passa, então, por uma revisão de adequação formal, realizada pelos editores, e segue para a avaliação cega feita por dois pareceristas.