Considerações sobre o ceticismo filosófico em Descartes e Hegel
Palavras-chave:
Ceticismo, crenças , dialética, cogito , verdadeResumo
Este artigo procura abordar o problema do ceticismo filosófico em René Descartes (1596-1650) e G. Wilhem F. Hegel (1770-1831). Procuro entender o papel que ambos os pensadores dão aos questionamentos realizados pela crítica cética às possibilidades de conhecimento do mundo externo e o modo como suas respostas configuram suas posturas em torno ao critério de verdade de nossas crenças amparado na "autoridade da primeira pessoa". Trata-se de mostrar a centralidade que a discussão do ceticismo teve para a formulação da filosofia moderna e, nesta, os vínculos que se estabelecem entre as dimensões céticas no pensamento de Descartes e Hegel.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Hander Andres Henao (Autor)

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Você tem o direito de:
- Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial.
- Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
- O licenciante não pode revogar estes direitos desde que você respeite os termos da licença.
De acordo com os termos seguintes:
- Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado , prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas . Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.
- Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.
Avisos:
Você não tem de cumprir com os termos da licença relativamente a elementos do material que estejam no domínio público ou cuja utilização seja permitida por uma exceção ou limitação que seja aplicável.
Não são dadas quaisquer garantias. A licença pode não lhe dar todas as autorizações necessárias para o uso pretendido. Por exemplo, outros direitos, tais como direitos de imagem, de privacidade ou direitos morais , podem limitar o uso do material.